segunda-feira, 2 de março de 2015
domingo, 1 de março de 2015
Oito razões para não desistir dos livros em papel
Ao que
parece, os jovens continuam a preferir os livros em papel aos e-books.
Facilidades na compreensão, no envolvimento com a história e menos distrações
justificam a preferência.
O
Huffington Post organizou uma lista que mostra como o anúncio da morte dos livros em
papel pode ser exagerado, explicando também por que razão estes são
melhores do que a alternativa eletrónica. Ora veja:
1. Os jovens
tendem a acreditar que a informação útil está fora da internet
Um estudo do
Pew Research, que revelou que
a geração milénio (o grupo que nasceu entre o início dos anos 80 e o ano
2000) gosta mais de ler livros do que os adultos, descobriu também que é
mais provável que os jovens acreditem que a informação útil se encontra nos
livros em papel e não na alternativa eletrónica. Cerca de 62% dos entrevistados
com idade inferior a 30 anos identificou-se com esta afirmação, enquanto apenas
53% dos inquiridos com idade superior a 30 anos responderam da mesma forma.
2. É mais
provável que os jovens (e não tanto os adultos) comprem manuais de estudo
em papel
Um estudo conduzido pelo Student Monitor mostrou que
87% dos gastos em manuais no início do ano letivo de 2014 foi em livros físicos
e não em livros eletrónicos.
3.
Estudantes preferem estudar humanidades em livros do que através de cópias
digitais gratuitas
Quando se trata de ciências
e de matemática, os manuais eletrónicos servem. Mas no que toca às
humanidades já não é assim, segundo um estudo da Universidade de Washington que
concluiu que 25% dos estudantes de humanidades compram versões físicas dos
livros pedidos pelos professores.
4. Os jovens
preferem livros físicos mesmo quando não se trata de manuais
Já vimos que os estudantes
preferem manuais não eletrónicos. Um estudo da Nielsen de 2014 revelou que esta preferência se aplica também aos livros
mais pessoais. O que leva os jovens a comprar livros, questionava o inquérito.
As respostas “pesquisar em bibliotecas”, “pesquisar em livrarias” ficaram à frente
das recomendações nas redes sociais ou em sites de venda de
livros.
5. Os
estudantes não desenvolvem uma ligação emocional com os textos que leem em
ecrãs e têm uma menor compreensão daquilo que leram dessa forma
Ler a mesma história num
ecrã ou no papel e perceber as diferenças no envolvimento do leitor
relativamente à narrativa foi a proposta de um estudo realizado em 2012. Resultado? Aqueles que leram a
história no iPad não conseguiram ficar absorvidos pela história e foram
incapazes de se envolverem com as personagens e com o enredo a um nível
emocional. Em 2013, o jornal USA Today também publicou as conclusões de um
estudo que descobriu que os estudantes compreendem menos aquilo que leem se o
fizerem num ecrã.
6. Juntos,
pais e filhos também preferem os livros aos livros eletrónicos
Um estudo do instituto Joan Ganz Cooney
Center do Sesame Workshop, responsável por investigar a leitura na
infância, descobriu que nas leituras antes de deitar, os pais preferem ler aos
filhos livros em papel, por considerarem que as aplicações disponibilizadas em
alguns livros eletrónicos infantis, como vídeos e gráficos interativos, levam a
distrações.
7. Os livros
eletrónicos prejudicam o sono
Os pais podem ter razão.
Pelo menos foi o que concluiu um estudo da Universidade de Harvard, que descobriu que se o
livro eletrónico emitir luz, a pessoa que o lê tem mais dificuldade em
adormecer, demorando, em média, mais dez minutos até conseguir fechar os olhos
e descansar.
8. É difícil
evitar o multitasking enquanto se leem livros eletrónicos
No livro Words
Onscreen: The Fate of Reading in a Digital World, Naomi S. Baron
escreveu que os jovens têm mais dificuldade em concentrar-se quando leem no
ecrã porque é mais provável (três vezes mais provável do que ao ler livros em
papel) que a sua atenção se disperse por várias tarefas ao mesmo tempo.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Concurso Nacional de Leitura
E já foi publicada a
lista com os nomes dos vencedores do Concurso Nacional de Leitura (Fase Escola)
na página oficial do CNL.
E os alunos que representarão a nossa
escola são:
1.º - Maria Pimentel- 9º ano
2º- Tánea Sacramento –
7º ano
3- João Estêvão- 9º ano
e
4- Francisca Sousa- 10º
ano
PARABÉNS aos vencedores!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
A Escrita
Nas próximas sessões do Clube de Leitura os nossos
membros irão dar asas à imaginação e redigirão um conto, com o qual
participarão no concurso “Um conto nos Açores”. Esta atividade, inserida no
PAA, tem como objetivo incentivar os nossos alunos à escrita e estimular a
criatividade.
A Oficina de Escrita Criativa vai ao encontro das Metas
de Aprendizagem de Língua Portuguesa, particularmente o conteúdo do domínio de
referência/aprendizagem Elaborar e divulgar textos (1º, 2º e 3º ciclos).
Os contos vencedores serão posteriormente divulgados.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
No passado dia 14 de janeiro os nossos leitores foram colocados à prova na 1ª fase do CNL- Concurso Nacional de Leitura. A prova decorreu na biblioteca da nossa escola às 15h 30.
Em breve divulgaremos os nomes dos alunos vencedores que irão representar a nossa escola na 2ªfase.
Os participantes estão de parabéns pelo interesse que revelaram em relação à leitura das obras a concurso!!!
Até lá... Boas Leituras!!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Ler
faz bem ao cérebro!!
8
razões para ler (livros a sério)!
Com
a evolução tecnológica, a maioria das pessoas decidiu deixar os livros nas
estantes. Os mais novos só querem saber das novas tecnologias e os adultos
dizem que não têm tempo para ler.
A
Time decidiu fazer uma lista de oito razões para deixar os e-books, as sms, os
chats e os comentários nas redes sociais e optar por livros a sério. Pode ser
que lhe dê alguma motivação…
As
pessoas que lêem são mais inteligentes: Dr. Seuss escreveu
“Quanto mais leres, mais coisas saberás. Quanto mais aprenderes, a mais sítios
irás”. Sabia que um livro infantil expõe a criança a mais palavras do que um
programa de televisão? É esta a conclusão de um estudo da Universidade de Berkeley, EUA.
Estar exposto a novos vocábulos não só faz com que aprendam a ler melhor, mas
também permite alcançar resultados mais altos em testes de inteligência.
Para além disso, é essencial que opte por um livro e não um ecrã – ler
num dispositivo faz com que fiquemos entre 20 a 30% mais lento, lê-se num estudo da
Universidade do Texas.
Ler
faz bem ao cérebro: Tal como fazer
jogging ajuda a melhorar o sistema cardiovascular, ler regularmente ajuda a
melhorar a memória, explica um estudo publicado
na Neurology.
Tornamo-nos
mais empáticos: Uma boa leitura
pode fazer com que seja mais fácil aproximarmo-nos de outros. Alguns livros,
principalmente os de ficção, ajudam-nos a ‘ler’ as emoções daqueles que nos
rodeiam com uma maior facilidade, explica uma investigação publicada no site Science.
Folhear
ajuda a concentrar: Por incrível que
pareça, mudar de página ajuda-nos a contextualizar melhor aquilo que estamos a
ler, o que pode proporcionar um melhor entendimento e uma maior compreensão da
obra que lemos, explica um texto publicado
na Wired.
Pode
ajuda a prevenir a Doença de Alzheimer: Quem lê, joga
xadrez e faz puzzles tem uma menor probabilidade de vir a desenvolver Alzheimer
quando comparando com aqueles que não praticam actividades tão estimulantes,
explica um estudo publicado
no site da Proceedings of the National Academy of Sciences.
Ajuda
a relaxar: Um estudo realizado
na Universidade de Sussex mostra que ler ajuda a reduzir o stress em 68%. “Não
importa que livro lê. Ao ‘perder-se’ num bom enredo, consegue esquecer as
preocupações do dia-a-dia e passa algum tempo a explorar o imaginário do autor
da obra” explicou o neuropsiquiatra David Lewis ao jornal Telegraph.
Ajuda
a adormecer: Se fizer da leitura
nocturna um hábito, o seu corpo perceber que, depois de ler algumas páginas,
está na altura de ‘desligar’, explica uma investigação da
Mayo Clinic. Ler um livro faz mais pelo seu sono do que um computador ou um
tablet – a luz emitida pelos ecrãs faz com que esteja acordado durante mais
tempo.
Ler
é ‘contagiante’: A maioria dos pais
gostava que os filhos lessem mais, mas a verdade é que não fazem muito para que
isso aconteça – a maioria deixa de lhes ler histórias quando eles aprendem a
ler. Um novo estudo divulgado
pela editora Scholastic mostra que ler em voz alta para as crianças
durante a primária ajuda-as a tornarem-se verdadeiros amantes de
literatura. Ou seja, não deixe de lhes ler histórias à noite. Esse hábito só
lhes vai fazer bem no futuro.
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